Sobre Nós 2019-01-04T16:45:43-02:00

QUEM SOMOS.

A empresa

Atuando na área de prestação de serviços de tecnologias desde 1998, oferecemos a nossos clientes soluções flexíveis que atendam a cada necessidade, evitando gastos com investimentos incorretos.

Compromisso

  • Oferecer aos clientes as últimas tecnologias de mercado, mostrando quais são novidades homologadas de acordo com as melhores práticas, auxiliando na tomada de decisão tecnológica;
  • Oferecer atendimento em nível de excelência ao cliente, focando nas suas necessidades tecnológicas;
  • Estabelecer parcerias estratégicas, agregando novas tecnologias aos produtos da empresa;
  • Adequar-se permanente às novas plataformas tecnológicas.

Inovação

Deve fazer parte do dia a dia da empresa, trazendo tecnologia de ponta e gerando novos desafios que obrigam os colaboradores a estimular a sua capacidade de auto desenvolvimento. Assim, realizamos estudos e pesquisas para desenvolver soluções inovadoras que tragam resultados positivos para as empresas, mercado e pessoas que atendemos.

Oferecemos aos clientes as últimas tecnologias de mercado, mostrando quais são novidades homologadas de acordo com as melhores práticas, auxiliando na tomada de decisão tecnológica.

SERVIÇOS.

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CONCEITOS.

Um sistema de Business Intelligence (BI) é responsável por coletar e analisar dados que vão te ajudar a tomar decisões mais estratégicas em todas as frentes da empresa.

Um exemplo: se você tem lojas no Brasil inteiro, pode perceber, ao cruzar dados, que os clientes no Rio de Janeiro consomem muito mais um determinado produto que os consumidores em São Paulo. Assim, direciona mais esforços para a mídia local carioca.

Algumas pessoas ainda confundem, mas há várias diferenças entre o CRM e o ERP.

O CRM lida com uma das partes mais importantes de qualquer negócio: os seus clientes. Isso já fica claro na sigla, que significa Customer Relationship Management, ou Gestão de Relacionamento com o Cliente. A relevância do pós-venda, afinal, é inegável para o seu sucesso!

O termo serve para mais do que designar um tipo de software, ele descreve uma verdadeira estratégia de vendas e marketing focada no consumidor.

Por isso, os melhores CRM precisam ser capazes de cruzar informações sobre os clientes (como frequência de compras e segmento de trabalho, além do mais básico, como endereço de e-mail) e sobre o processo de compra de cada um (quantas vezes seu time de vendas entrou em contato com ele? Como foi essa prospecção?).

E-commerces iniciantes, que ainda têm porte muito reduzido, geralmente não precisam de um ERP (Enterprise Resource Planning, ou Planejamento de Recursos da Empresa).

Mas ele se torna indispensável para empresas que estão escalando, já que automatiza uma série de processos — como geração de notas fiscais e controle do faturamento.

Especialmente para lojas que trabalham com mais de um canal de vendas, ele é importante para centralizar diversas etapas do negócio (como o estoque, o controle de pedidos, o contato com os fornecedores etc.).

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ESTRATÉGIAS – TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO.

Cada vez mais, as atividades econômicas dependem da tecnológia. Mas a maior parte das organizações ainda falha ao tentar tirar vantagens das diversas oportunidades que podem ser fornecidas pela área de TI, em especial, no que diz respeito a melhorar processos e aumentar as margens de lucro. Claramente, existe um espaço entre a infraestrutura disponível e o que a empresa necessita fazer para transformá-la em algo que traça benefícios reais aos negócios.

Assim, antes de formular a estratégia da área de TI, o CIO, deveria fazer sete perguntas básicas:

O departamento de tecnologia da informação dificilmente consegue atender a apenas um tipo de necessidade, perfil de clientes ou segmento de mercado. Os objetivos da área tendem a ser mais abrangentes, mas nem por isso deve-se esquecer de atender a demandas particulares de cada área.

A maioria das empresas de sucesso aprendeu que um único modelo dificilmente supre todas as necessidades. Os gestores de TI, por sua vez, deveriam considerar melhor as necessidades únicas de cada unidade de negócios que compõe a companhia com o intuito de construir uma estratégia que atenda, o melhor possível, toda a organização e as particularidades de cada departamento

Os projetos internos da área de TI quase nunca representam o melhor caminho para começar a desenhar uma nova estratégia para o departamento de tecnologia da informação. É um clichê dizer que não se pode pensar em mudar resultados fazendo as coisas do mesmo jeito sempre. Assim, vale a pena o CIO sair um pouco do seu ambiente, com o intuito de entender melhor as necessidades do mercado em que a empresa na qual ele atua está inserida.

Para isso, além de conversar com os principais executivos, vale a pena ouvir pessoas do setor, com o intuito de detectar demandas e oferecer ideias que possam fazer verdadeira diferença para a operação.

Os planos anuais de negócio da área de TI são, normalmente, entendidos pelos principais executivos da companhia, os quais estão preocupados com o retorno esperado. Mas entre a apresentação do projeto e a implementação do mesmo há uma tendência de existir uma quebra na comunicação.

Para evitar isso, o primeiro passo é criar um documento com toda a estratégia de TI detalhada e que possa ser compartilhado por toda a companhia. Assim, qualquer pessoa da organização pode discutir novas políticas, tecnologias, métodos e outras possíveis mudanças.

Quando escreve o planejamento anual, o CIO deve contemplar todos os recursos necessários para atingir os objetivos. Isso porque, uma nova estratégia pode até parecer promissora, mas ela depende de questões práticas, que incluem recursos financeiros, competências técnicas e tecnologias. Além disso, qualquer projeto deve estar alinhado aos objetivos e à cultura da empresa.

Qualquer novo plano deve atender às necessidades operacionais e aos objetivos de negócio da empresa. De outra maneira, é um desperdício gastar esforços e recursos para formular novas políticas, adquirir tecnologias, implementar planos ou buscar conhecimentos.

Se, no final do dia, os objetivos desenhados não resultarem em mais eficiência dos procedimentos operacionais ou gerarem mais valor, vale a pena analisar se não está na hora de mudar a estratégia.

Quando falamos em sistemas de suporte, o termo refere-se a todos os recursos necessários para a gestão.das iniciativas, bem como os recursos envolvidos. Afinal de contas, construir um passo-a-passo do projeto é o fator mais importante para garantir que a ação está alinhada à estratégia.

Lembre-se que na maior parte dos projetos que envolvam mudanças, a falha está atrelada a problemas com as pessoas envolvidas. Ou seja, o sucesso depende de que o gestor e sua equipe trabalhem de forma ajustada e totalmente dentro do escopo.

O planejamento precisa ser dinâmicos o suficiente para atender aos novos desafios da empresa. Em nenhum momento a estratégia deve virar um entrave para que a companhia busque novos negócios ou melhore seus sistemas.

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